O novo calendário das Grandes Voltas?

Muitos têm sido os rumores do possível calendário de ciclismo para a temporada de 2020. As certezas são poucas ou nenhumas uma vez que tudo dependerá de como a pandemia de COVID-19 estará controlada, no entanto nos bastidores do ciclismo os planos têm sido muitos.



Ontem, o presidente de França, Emmanuel Macron anunciou que não serão permitidos eventos em larga escala em território gaulês até meados de Julho. Ora, se tudo já apontava para que o Tour de France fosse adiado das suas datas originais (27 de junho a 19 de julho), agora é uma certeza.

A ASO quer manter o Tour perto das datas originais e nem a Vuelta nem o Giro querem ser prejudicadas. De relembrar que a ASO também organiza a Vuelta, ao passo que o Giro é organizado pela RCS Sport. Se sempre se falou que a Grande Volta francesa teria as 3 semanas o mesmo não podemos dizer das restantes, já que alguns rumores apontavam para a redução das provas para apenas duas semanas, algo que já foi desmentido pelos seus responsáveis.



Segundo o jornal Marca, ASO e RCS parecem já ter chegado a um consenso sobre as possíveis datas de realização das Grandes Voltas. O Tour de France estaria marcado para as primeiras 3 semanas de Agosto, de 2 a 25 desse mês, com a Vuelta a realizar-se em Setembro e o Giro d’Itália a correr-se em Outubro. O espaçamento entre o fim e o início de nova Grande Volta seria de, pelo menos, uma semana.

Seriam 3 meses loucos de ciclismo, com 3 Grandes Voltas de forma consecutiva. No meio disto tudo também se coloca a pergunta: e os Campeonatos do Mundo? A UCI anunciou, de forma oficial, que estes seriam disputados de 20 a 27 de Setembro mas com estas novas datas é quase certo que mudem no calendário, sendo que os mais recentes rumores apontam para que se disputem uma semana depois do fim do Tour, ou seja, seriam antecipados no calendário.



Tudo isto não passa de especulação uma vez que com a fase que atravessamos fazer planos para o que resta da temporada é praticamente impossível por isso apenas nos resta cumprir o que nos pedem para tudo voltar à normalidade o mais depressa possível. Fiquem em casa!

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