Efapel mantém o núcleo duro e deve vir aí reforço da Caja Rural

Uma das equipas nacionais que ainda não confirmou todo o seu alinhamento para 2019 foi a Efapel. Os ciclistas têm sido oficializados a pouco e pouco e nos últimos dias mais 2 corredores foram anunciados, ambos mantêm-se na estrutura. No entanto, ainda faltam alguns elementos para completar o plantel, e alguns deles serão reforços, desvendamos aqui o nome de um deles.




Pedro Paulinho foi fazer companhia ao seu irmão, Sérgio Paulinho em 2018, depois de passagens pela LA Alumínios Antarte e pelo Louletano- Hospital de Loulé. Muito trabalho ao longo do ano, especialmente nas partes iniciais das etapas e foi 3º no Memorial Bruno Neves, beneficiando da boa ponta final que tem. Ponta final que já lhe valeu, numa outra fase da carreira, vitórias em etapas da Volta a Portugal do Futuro e o título de campeão nacional de sub-23 em 2012.

A outra renovação foi Marcos Jurado, espanhol de 27 anos, que fará a 2ª temporada com as cores da Efapel. Marcos Jurado teve um início de carreira complicado, esteve numa equipa sérvia em 2014, no calendário amador espanhol em 2015 e 2016, em 2017 passou para a Burgos e finalmente irá cumprir uma segunda época consecutiva numa equipa em 2019. Jurado caracterizou-se em 2018 por muitas fugas e combatividade, o que lhe valeu as classificações dos sprints intermédios na Vuelta a Madrid e na Vuelta a Castilla y Leon e o triunfo na Volta a Albergaria.




Enquanto era sub-23 foi campeão nacional de contra-relógio em 2012 e em 2013 foi 2º nessa mesma especialidade, batendo nomes como Jorge Arcas, Diego Rubio, Alvaro Trueba ou Mario Gonzalez. Globalmente é um ciclista completo, é recorrente vermos Jurado na frente do pelotão a perseguir fugas ou integrado nas mesmas. A estas renovações juntam-se oficialmente às de Sérgio Paulinho, Bruno Silva e Rafael Silva e à contratação de Joni Brandão, o grande líder e aposta para 2019.

Quanto aos reforços, pelas informações que dispomos um deles será Fabricio Ferrari, uruguaio de 33 anos que corria na Caja Rural e que os portugueses bem conhecem, pelas prestações nas estradas nacionais. Fabricio Ferrari passou a profissional em 2009, precisamente na Caja Rural e esteve 10 temporadas na formação espanhola, sempre competindo imenso ao longo do ano. Esteve na Volta a Portugal por diversas vezes, em 2010, 2011, 2012, 2014, 2015 e 2016, e em 2011 levou mesmo para casa a classificação da montanha.




Mesmo aos 33 anos, Ferrari andou bem este ano, principalmente em Portugal. Foi 11º no Troféu Joaquim Agostinho e 10º no Grande Prémio Nacional 2 e para fechar a época acabou em 21º na Volta a Turquia. É outro corredor muito completo, competente em todo o tipo de terreno e que sempre se caracterizou pelas suas presenças em fugas. Vem trazer ainda mais experiência, para além das presenças na Volta a Portugal também participou (e terminou) a Vuelta em 2 ocasiões.

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