Final milimétrico dá triunfo a Fabio Jakobsen

Uma dia bastante calmo que, tal como ontem, só animou na única contagem de montanha do dia onde Jelle Wallays atacou, deixando o seu companheiro de fuga Jorge Cubero para trás. O esforço do belga da Lotto Soudal foi inglório, tendo sido alcançado a 19 quilómetros da chegada pelo pelotão, onde Bora-hansgrohe, Deceuninck-QuickStep e Team Sunweb mais trabalhavam. No pelotão já não estava Steven Kruijswijk, que abandonou com 50 quilómetros percorridos.



O nervosismo aumentava devido à possibilidade de bordures, o que levou várias equipas dos favoritos a chegarem-se à frente. Apesar de várias tentativas, foram ciclistas pouco importantes a ficarem para trás. A 5 quilómetros da chegada, Remi Cavagna lançou um forte ataque no pelotão, obrigou a Bora-hansgrohe a trabalhar, apanhando o francês já perto do quilómetro final.

A Deceuninck-QuickStep tomou controlo das operações, fez aquilo que melhor sabe nestas chegadas técnicas e Maximiliano Richeze confirmou o porquê de ser um dos melhores lançadores do Mundo, deixando Fabio Jakobsen na posição perfeita. O campeão holandês só teve que arrancar a 150 metros e, apesar da recuperação fantástica de Sam Bennett, que veio de muito longe, venceu a sua primeira etapa da carreira em Grandes Voltas mas por pouca margem. Max Walscheid, finalmente, conseguiu colocar-se e terminou em 3º, à frente de Fernando Gaviria. Nicolas Roche chegou integrado no pelotão e mantém a liderança da Vuelta.





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