O período pré-Tour de France é sinónimo de maratona de Campeonatos Nacionais um pouco por todo o globo. Até domingo, dezenas de títulos serão entregues, sendo que estes primeiros dias serão destinados às provas de contra-relógio. Destes dois primeiros dias de Campeonatos Nacionais, destaque para as provas em Itália, França, Grã-Bretanha, Espanha e Países Baixos.



Itália foi uma das primeiras nações a consagrar os campeões nacionais no dia de hoje. Num traçado totalmente plano de 40 quilómetros, o favoritismo cumpriu-se e Filippo Ganna conquistou o 7º título nacional da carreira. O ciclista da Netcompany INEOS foi acompanhado no pódio por Luca Giami e Mattia Cattaneo, ciclistas que ficaram a 2:06 e 2:37 segundos respetivamente.

Em França, numa batalha bastante renhida, Remi Cavagna conquistou o 3º título da carreira, batendo o ex-campeão Bruno Armirail e o seu colega de equipa Ewen Costiou. O ciclista da Groupama-FDJ completou os 29,7 kms em 36:54, menos 49 segundos e 1:04 que os seus rivais mais diretos. Nas senhoras, Célia Le Mouel surpeendeu as mais cotadas Maeva Squiban e Cedrine Kerbaol. Na Grã-Bretanha, Ethan Hayter revalidou o título, conquistando o 4º da carreira, com Zoe Bäckstedt a vencer nas senhoras.

Aqui ao lado, na vizinha Espanha, Pablo Castrillo deu um título importante à Movistar. O ciclista de 25 anos venceu a prova disputada em Sabiñánigo, fazendo por apenas 4 segundos face a Xabier Mikel Azparren e 7 segundos face a Pablo Torres. Nas senhoras, Mireia Benito conquistou o 4º título consecutivo.



De ontem, temos como principal destaque a vitória de Huub Artz nos Países Baixos. O ciclista da Lotto-Intermarché aproveitou a ausência do bicampeão Daan Hoole para conquistar o primeiro título da carreira, batendo Dylan van Baarle e Sjored Bax, com Enzo Leijnse (Anicolor/Campicarn) a ser 5º. Entre as senhoras Daniek Hengeveld surpreendeu as favoritas, conquistando o primeiro título na especialidade.

Ainda pela Europa, e olhando para ciclistas World Tour, o ex-campeão do Mundo Tobias Foss revalidou o título na Noruega, Victor Langelotti venceu no Mónaco, Yevgeniy Fedorov triunfou no Cazaquistão, Mathias Vacek foi o mais forte na Chéquia, Jan Christen surpreendeu e venceu pela primeira vez na Suíça, Derek Gee venceu no Canadá, Alex Kirsch revalidou o título no Luxemburgo e Michal Kwiatkowski voltou às conquistas na Polónia.

Em países mais periféricos, Bernabas Peak venceu na Hungria, Aivaras Mikutis venceu na Lituânia, Lukas Kubis triunfou na Eslováquia e Henrique Avancini foi o mais forte no Brasil (com Andrey André da Gi Group Holding – Simoldes -UDO a vencer o título sub-23).

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