É já no dia de amanhã que parte para a estrada, a 43ª da Volta ao Alentejo. A “Alentejana” tem classificação de 2.2 UCI, e será composta por 20 equipas, apresentando um percurso renovado e diferente do habitual. Quem será o sucessor de Noah Hobbs?

 

Percurso

Etapa 1

Olhando para as 5 etapas desta prova, a mais longa será logo no dia de amanhã com os ciclistas a percorreram 173,7 quilómetros entre Sines e Almodóvar e ao que tudo indica será para uma chegada ao sprint.



Etapa 2

Também para chegada ao sprint temos o segundo o dia, onde os ciclistas vão partir de Ferreira do Alentejo em direção a Montemor-o-Novo numa distância de 160,5 quilómetros. Os últimos 700 metros são a 6%, o que pode ajudar os puncheurs.

 

Etapa 3

A partir do 3º dia de competição, é que vai começar a luta pela classificação geral, onde vai ser disputado um contrarrelógio na cidade de Crato na distância de 23,2 quilómetros.

 

Etapa 4

No dia a seguir, temos a etapa rainha da prova, onde os ciclistas vão sair de Vila Viçosa com destino a Portalegre com 153,3 quilómetros a percorrer, e a chegada será na Serra de São Mamede onde o pelotão vai ter uma subida de 3,7 quilómetros a 7,3% de inclinação e será aqui teoricamente que a classificação ficará praticamente decidida.



Etapa 5

No último dia iremos ter a ultima oportunidade para os ciclistas mais rápidos tentarem uma nova vitória ao sprint com a chegada a Évora depois de partirem de Moura e com 163,1 quilómetros nas pernas. O final é em subida, os últimos 400 metros são a 5,9% e em empedrado, com chegada na Praça do Giraldo.

Favoritos

140 ciclistas à partida para a edição deste ano da Volta ao Alentejo, divididos por 13 equipas Continentais e 7 equipas de Clube. Analisando os favoritos para a classificação geral e, apesar da difícil etapa de montanha (que este ano é uma novidade), o contra-relógio será muito importante nas contas finais. Posto isto, vemos o favoritismo a cair para a Anicolor/Campicarn com Artem Nych e Alexis Guerin a serem os líderes, num bloco que também tem Enzo Leijnse e Carson Miles.

A começar a temporada em grande, Nicolas Tivani é a aposta da Aviludo – Louletano – Loulé. Tiago Antunes, Lucas Lopes e Jesus David Peña partem como líderes da Efapel Cycling, sendo que os portugueses deverão tirar muito mais vantagem no contra-relógio individual. Ainda nas equipas portuguesas, Pedro Silva e David Dominguez na Feira dos Sofás-Boavista, Emanuel Duarte na Credibom / LA Alumínios / Marcos Car e Adrian Bustamante e José Neves na GI Group Holding – Simoldes – UDO são opções a considerar. Nas equipas estrangeiras, foco nas formações de desenvolvimento, com Joshua Golliker na EF Education – Aevolo, Enea Sambinello, Ugo Fabries e Daan Dijkman na UAE Gen Z e Zac Marriage na NSN Development Team.



Olhando para os sprinters, Santiago Mesa e Andoni Abetxuko formam uma dupla importante na Anicolor/Campicarn, tal como Leangel Liñarez, João Matias e César Martingil na Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua. Tomás Contte ou o próprio Tivani são a aposta da Aviludo – Louletano – Loulé, Iker Bonillo vai liderar as chegadas rápidas na Feira dos Sofás-Boavista, na Team Tavira / Crédito Agrícola a aposta vai recair sobre Francisco Campos e Miguel Salgueiro e atenção a Raúl Rota que vai estar a correr pela Inovocorte Cycling. Nas equipas estrangeiras, olho em Roger Pareta na Movistar Academy, Alfredo Bueno na EF Education – Aevolo e Francesc Bennassar na High Level-Gsport-Grupo Tormo.

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