Alpecin-Premier Tech
Previsão:
Bahrain – Victorious
Previsão:
Bardiani CSF 7 Saber
Previsão:
Decathlon CMA CGM Team
Previsão:
EF Education – EasyPost
Previsão:
Groupama – FDJ United
A equipa francesa não tem por hábito trazer grandes equipas à prova italiana e a edição de 2026 não será exceção. Paul Penhoet é o ciclista que mais pode dar à equipa, um sprinter bastante completo e regular mas que raramente vence, alguns top-10 já será positivo tendo em conta a fraca temporada que está a fazer. Axel Huens pode ter as suas oportunidades em chegadas de pelotão mais reduzido e fugas nas etapas com média dificuldade. Cyril Barthe será o guia de ambos no pelotão, com Johan Jacobs a ter um papel semelhante.
A partir daqui as apostas recaem nas etapas de montanha, com o veterano Remy Rochas a liderar o bloco, secundado por Brieuc Rolland e Josh Kench. Nada de muito valor, terão dificuldades em se impor, são ciclistas interessantes mas dificilmente serão os melhores das fugas onde estiverem. Por fim, Remi Cavagna é a aposta para os contra-relógios
Previsão:
Netcompany INEOS Cycling Team
Previsão:
Lidl – Trek
Previsão:
Lotto Intermarché
Previsão:
Movistar Team
Previsão:
NSN Cycling Team
Não temos dúvidas, a principal aposta recai nos homens rápidos da equipa. Ethan Vernon será o líder para as chegadas planas, o britânico procura a primeira vitória da carreira em Grandes Voltas, ele que este ano tem estado muito certeiro, em 3 das 4 provas por etapas que participou venceu. Se Vernon não estiver, Corbin Strong será chamado ao serviço, o neozelandês é alguém mais talhado para as etapas mais seletivas, onde não há tanta confusão e os principais sprinters já não estão presentes. Jake Stewart (que numa outra equipa até podia ser líder), Dion Smith e Ryan Mullen formam um comboio muito competente.
Alessandor Pinarello estreia-se no Giro depois de uma temporada onde está a dar nas vistas, 10º no Tirreno-Adriático e 3º n’O Gran Camiño. O talentoso trepador chega sem muita pressão, com 22 anos o principal é ganhar experiência mas com os resultados que tem apresentado as expectativas são altas. A veterania de Jan Hirt e Nick Schultz podem vir a ser importantes para guiar Pinarello e ajudar na presença em fugas. A equipa afirmar que Hirt vem lutar pelo top-10 da geral mas estamos muito recetivos quanto a esse plano.
Previsão:
Pinarello Q36.5 Pro Cycling Team
Previsão:
Red Bull – BORA – hansgrohe
Previsão:
Soudal Quick-Step
Previsão:
Team Jayco AlUla
Ben O’Connor é a grande aposta da equipa, o australiano vem de ser 8º no Tour of the Alps, o melhor resultado de uma temporada que tem sido discreta. 4º em 2024, O’Connor já provou que consegue bons resultados em 3 semanas mas há mais dúvidas que certezas neste momento, quem sabe se não acaba por perder tempo e depois apostar em fugas, tal como aconteceu em 2024. Koen Bouwman e Alan Hatherly não são o apoio mais completo mas são competentes no que fazem e também podem vir as suas chances em fugas, têm valor para isso.
Para as etapas planas, Pascal Ackermann é o nome a considerar, outro ciclista que está a ter uma temporada muito discreta, tanto consegue estar na luta pelos primeiros lugares como desligar por completo. Robert Donaldson e Felix Engelhardt serão os seus lançadores, num comboio onde também se pode juntar Andrea Vendreame, algém que será resguardado para as chegadas mais seletivas. O italiano gosta muito do “seu” Giro e está a ter uma temporada positiva, merece a confiança dos responsáveis. Christopher Juul-Jensen será o capitão da equipa.
Previsão:
Team Picnic PostNL
Previsão:
Team Polti VisitMalta
Uma das equipas convidadas para esta edição da Volta a Itália. Uma coisa é certa, a combatividade não faltará à formação italiana, nomes como Mattia Bais, Mirco Maestri e Alessandro Tonelli já são presenças assíduas em fugas do Giro, seja em etapas planas ou etapas estilo clássicas, onde até podem conseguir algum resultado de relevo. Giovanni Lonardi é o homem rápido da equipa, o apoio não é muito mas o italiano tem por hábito desenrascar-se sozinho e imiscuir-se entre os melhores.
Aos 22 anos, Ludovico Cresciolli faz a estreia em Grandes Voltas, o novo nome de referência da Polti no que diz respeito à montanha. O jovem transalpino vem para aprender e, quem sabe surpreender, ele que venceu o Giro dell’Appennino e foi 4º no Tour de Jura este ano. Mais fuga para Diego Pablo Sevilla e o maltês Andreas Mifsud para as etapas de média montanha, a combatividade está assegurada. Os melhores rsultados podem vir de Thomas Pesenti, ciclista que passa bem a média montanha e tem uma excelente ponta final em grupos restritos, ele que fez 4º, 3º e 2º nas útlimas provas, chega em forma.
Previsão:
Team Visma | Lease a Bike
Previsão:
Tudor Pro Cycling Team
Previsão:
UAE Team Emirates – XRG
Previsão:
Unibet Rose Rockets
O desapontamento da ausência do Tour desapareceu com o convite para o Giro e as expectativas são altas. A realizar a melhor temporada dos últimos anos, Dylan Groenewegen chega como o principal líder da equipa e um dos grandes sprinters presentes. O neerlandês leva já 4 vitórias em 2026 e tem um bloco muito forte a seu lado, com o seu fiel lançador Elmar Reinders, Hartthijs de Vries, Tomas Kopecky e Lukas Kubis.
Kubis será mais que um ciclista de trabalho, nos dias mais duros terá as suas chances, um sprinter mais completo que apesar de não ser um ganhador é alguém muito fiável nas etapas de maior dificuldade. Niklas Larsen terá os olhos postos no conra-relógio individual, ele que também pode ser peça importante no comboio de Groenewegen. Karsten Larsen Feldmann será um ciclista de muito trabalho na frente do pelotão.
Para a montanha há o veterano Wout Poels, só lhe falta ganhar uma etapa no Giro (falando das Grandes Voltas), esperamos ver muitos ataques do neerlandês, resta saber que versão teremos. Já não corre desde a Milano-Sanremo, talvez preparando com pinças esta prova.
Previsão:
Uno-X Mobility
Uma equipa sempre interessante de seguir e que faz a sua estreia no Giro! Como seria de esperar, sem um ciclista a apontar para a geral, o foco estará nas vitórias em etapa. Erlend Blikra é o sprinter de serviço, o norueguês é alguém muito consistente, que já venceu este ano, com a colocação certa pode conseguir resultados interessantes. Para as etapas de média montanha/estilo clássicas, Markus Hoelgaard, Frederik Dversnes e Sakarias Loland são as opções a considerar, ciclistas muito combativos, mesmo ao estilo da equipa, todos com uma ponta final razoável em grupos restritos.
Entre os trepadores, Johannes Kulset e Andreas Leknessund são as cartas principais, dois atletas com mais experiência, sendo que Leknessund até já fez top-10 nesta prova mas agora os objetivos são outros. Num dia em que os astros estejam todos alinhados, podem causar muito perigo. Adne Holter e Martin Tjotta são mais duas opções mas acreditamos que serão apoios importantes para Kulset e Leknessund, a Uno-X é uma equipa muito coesa e sempre com os planos bem definidos.
Previsão:
XDS Astana Team
A formação cazaque tem uma história muito positiva com o Giro, muito devido à base italiana da equipa. Não há uma aposta para a classificação geral, mas isso não significa que tenham uma equipa fraca à partida, longe disso! Christian Scaroni brilhou no ano passado e regressa para tentar voltar a vencer uma etapa e, quem sabe, apostar novamente na classificação da montanha. Mais que um puncheur, Scaroni está um ciclista cada vez mais completo.
Harold Martin Lopez é o verdadeiro trepador da equipa, pequeno ciclista equatoriano de enorme valor que este ano tem estado um ponto mais apagado. Depois há o veterano Diego Ulissi que, apesar dos seus 36 anos, continua a ser um ciclista muito perigoso nas etapas de média montanha. Este ano junta-se o uruguaio Thomas Silva, recente vencedor do Tour of Hainan, um ciclista muito parecido com Ulissi em termos de características.
Arjen Livyns será um “faz-tudo” numa equipa que também aposta ao sprint com Matteo Malucelli, sprinter bastante competente que, mesmo numa 2ª linha, este ano já derrotou Jonathan Milan. Davide Ballerini será um lançador de luxo, chega cheio de confiança após vencer na Volta a Turquia e se Malucelli não estiver também pode ser aposta. Por fim, há Alberto Bettiol, tem sido uma sombra de si próprio mas é daqueles ciclistas que pode aparecer quando menos se espera.
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