Federação Portuguesa de Ciclismo deixa decisão sobre licença da W52-FC Porto nas mãos da UCI

Este comunicado era esperado pela comunidade velocipédica com alguma expectativa e sabia-se que estava para breve visto que a Federação Portuguesa de Ciclismo reuniu-se no dia 4 de Outubro para deliberar sobre as candidaturas ao estatuto de equipa Continental da UCI.



Sem grande surpresa, a Federação Portuguesa de Ciclismo aceitou as candidaturas de ABTF Betão-Feirense, Atum General-Tavira-AP Maria Nova Hotel, Efapel Cycling, Glassdrive-Q8-Anicolor, Kelly Simoldes UDO, LA Alumínios-Credibom-Marcos Car, Rádio Popular-Paredes-Boavista e Tavfer-Mortágua-Ovos Matinados. A primeira questão prendia-se com a Aviludo-Louletano-Loulé Concelho, que não tinha entregue a documentação a tempo numa primeira fase. O órgão que rege o ciclismo nacional decidiu aceitar a candidatura da formação chefiada por Tony do Adro e Jorge Piedade, apesar de ter sido submetida fora do prazo. O futuro da equipa algarvia nunca esteve em causa, como anunciaram nas redes sociais assim que saiu o primeiro comunicado.

A segunda grande questão e aquela sobre a qual requeria mais dúvidas era sobre a W52-FC Porto, que viu 7 dos ciclistas que representaram a equipa em 2022 serem suspensos no dia de ontem pela Agência Antidopagem de Portugal. A Federação Portuguesa de Ciclismo diz que “não tomou ainda uma decisão quanto à candidatura da W52-FC Porto, aguardando novos dados, já solicitados à União Ciclista Internacional (UCI).” Ou seja, a FPC não quer aceitar uma candidatura que depois seja recusada pela UCI pelos casos de doping que a estrutura teve recentemente.



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