Regresso após descanso com um ia muito importante na luta pela vitória no Giro d’Itália. Um longo esforço individual pela costa do mar Tirreno, onde Filippo Ganna era o grande favorito e não falhou. O campeão italiano partiu cedo e, também desde cedo, mostrou ao que vinha. Um a um, foi apanhando ciclistas que começaram à sua frente conseguindo apanhar um total de 5! Na meta, em Massa, o ciclista da Netcompany INEOS parava o relógio em 45:53, menos 2:04 que Sjoerd Bax que detinha o melhor tempo.



Praticamente 55 kms/h, um tempo que seria impossível de bater e no qual apenas Remi Cavagna se conseguiu “aproximar”, ficando a 1:59. Foco total na classificação geral e no top-15, com Egan Bernal a ceder 3:47 e Derek Gee 2:16. O canadiano ficava em 4º provisório tornando-se a principal referência dos ciclistas da geral do Giro. Já olhando para o top-10, Michael Storer perdeu 3:05 (um resultado muito positivo tendo em conta as suas características), Giulio Pellizzari cedeu 3:18, Ben O’Connor 2:42 (uma das boas surpresas do dia) e Mathys Rondel 4:41.

Thymen Arensman vinha a assumir-se como a referência dos homens da geral e confirmou na meta, 2º melhor tempo a 1:54 do seu companheiro de equipa Ganna. Faltava chegar o top-5, Christian Scaroni era uma carta fora do baralho, acabou dobrado por Jai Hindley, que terminou a 3:31. Felix Gall terminou a 4:22, Jonas Vingegard a 3 minutos e Afonso Eulálio a 4:57.



Contas feitas, o português da Bahrain-Victorious conseguiu defender a sua camisola rosa, tendo agora 27 segundos de vantagem para Vingegaard. Arensman foi o grande vencedor do dia, subindo a 3º da geral a 1:57 e Gall caiu a 4º a 2:24.

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