Groenewegen sobrevive às dificuldades e bisa no Tour de Wallonie

Com muitas diferenças a serem feitas ontem, a etapa de hoje do Tour de Wallonie foi corrido a todo o gás. Os primeiros 50 kms foram repletos de ataques e cortes no pelotão, até a situação acalmar quando Alessandro de Marchi e Baptiste Planckaert, ambos muito atrasados na geral, ganharam uma vantagem muito grande.




A meio da etapa essa diferença começou a cair, o ritmo no pelotão aumentou muito por causa de ventos laterais e chegou mesmo a haver alguns cortes no grupo principal, que acabariam por não dar em nada. A consequência disso foi o alcançar dos 2 fugitivos e a cerca de 60 kms da meta tínhamos nova situação de corrida com um grupo composto por Julius van den Berg, Loic Vliegen, Florian Vermeesch, Dries de Bondt, Eliot Lietaer, Dries van Gestel e Toon Aerts destacados.

O perigo estava lá, Lietaer estava apenas a 35 segundos do líder e várias equipas ajudaram a Trek-Segafredo a perseguir este movimento, que entrava com 1 minuto nos 25 kms finais. Este grupo foi apanhado logo a seguir à passagem pelo empedrado, Josef Cerny tentou surpreender e a última colina do dia trouxe uma aceleração da Trek-Segafredo, que partiu o já reduzido grupo ainda mais.




No entanto, não houve continuidade e alguns ciclistas rápidos conseguiram voltar a colar. A Jumbo-Visma apercebeu-se disso e começou a controlar a frente do grupo para Dylan Groenewegen, que no sprint final voltou a corresponder, diante dos pesos pesados Giacomo Nizzolo e Fernando Gaviria, em mais um sprint poderoso. Quinn Simmons manteve a liderança e até foi 4º na etapa.

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