Outro francês de volta à ribalta, Tony Gallopin quebra jejum de mais de 6 meses

Esta jornada de média montanha teve uma escapada mais pequena e menos perigosa que o habitual, com Michael Woods, Alex Aranburu, Oscar Rodriguez, Edward Ravasi, Floris de Tier, Nicola Conci e Alexis Gougeard. Cedo se viu que esta fuga não iria resultar, pois a FDJ e a Bora-Hansgrohe não permitiram mais de 3:30 de avanço, as equipas da classificação geral foram-se chegando à frente e a fuga entrou nos 20 kms finais somente com 40 segundos de avanço.

Houve uma queda no pelotão, que provocou cortes, mesmo na entrada na última subida categorizada e Michael Woods acelerou na fuga, ganhando mais algum espaço ao pelotão, mas a Movistar apertou o ritmo e tínhamos pelotão compacto a 13 kms da meta. Na descida atacou Lluis Mas, da Caja Rural, uma descida que teve muitos contratempos, furo de Daniel Martin, quedas de Damien Howson e Michal Kwiatkowski.

Nenhuma equipa tinha gregários para controlar a corrida, os ataques sucederam-se quando Lluis Mas foi apanhado, primeiro Gianluca Brambilla e depois George Bennett, ambos neutralizados pelo trabalho de Jack Haig. Kwiatkowski perdia mais de 30 segundos. A 5 kms do final lançou-se Jesus Herrada ao ataque, que ganhou uma bela vantagem, tendo a companhia de Tony Gallopin a 2000 metros do final.

Gallopin foi embora e aproveitou o facto de só Majka trabalhar no grupo principal. Praticamente só viram o francês na recta da meta, recuperando o terreno tarde demais, Gallopin teve tempo para festejar, à frente de Peter Sagan e de Alejandro Valverde. O grupo de Michal Kwiatkowski chegou a praticamente meio minuto. Rudy Molard mantém a liderança, agora com 47 segundos sobre Alejandro Valverde. José Mendes foi 52º, Tiago Machado 64º, Nelson Oliveira 73º e José Gonçalves terminou em 136º

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