Estando a praticamente 1 mês do início do calendário português, a Feirense-Beeceler apresenta-se para 2026 com 12 ciclistas. Da época transata mantém-se apenas 5 ciclistas, sendo adicionadas 7 caras novas para a equipa que, no total passa de 10 para 12 atletas.
Os ciclistas que vem da época passada liderada por Joaquim Andrade são Pedro Andrade, Fábio Oliveira, Diogo Oliveira, Victor de Paula e Francisco Pereira. Da equipa fogaceira temos a realçar 5 saídas, duas delas importantes para a equipa, o terceiro classificado da última Volta a Portugal, Byron Mouton que se transferiu para a equipa norte-americana Modern Adventure Pro Cycling e muito provavelmente o término da carreira de António Carvalho, suspenso pela UCI por irregularidades no seu passaporte. Ainda temos as saídas de Diogo Gonçalves que se transferiu este ano para a Efapel, e os corredores José Borges e Ivo Pinheiro que terminou a carreira e ficou sem equipa, respetivamente.
Em relação aos reforços, Joaquim Andrade apostou muito na juventude e no mercado nacional. Da equipa de desenvolvimento da Feirense-Beeceler sobem 3 ciclistas: João Tomásio, Rafael Reis e Hugo Andrade, este último, filho do atual diretor desportivo. Outro jovem que ingressa na equipa de Santa Maria da feira é Guilherme Mesquita (ex-Maia / Earth Consulters). Alexandre Montez (ex-Credibom / LA Alumínios / Marcos Car) é o quinto ciclista recrutado em Portugal, que apresenta como resultados, dois 9º lugares na época passada, um no GP Douro Internacional e no Grande Prémio Abimota.
Como se costuma a dizer, o melhor fica para o fim, e neste caso não é exceção, e na capa de líderes da equipa temos mais dois reforços. Primeiro Viacheslav Ivanov, ciclista que regressa a estradas portuguesas depois de ter passado em 2024 na equipa da Efapel onde foi 7º no GP Abimota. Ivanov vem agora para ser um dos líderes da equipa, alguém bastante completo e ideal para as provas nacionais. O outro grande reforço chega da Anicolor/Tien21, de seu nome Harrison Wood. O britânico que está no pelotão nacional desde 2025, depois de ter corrido 3 anos no World Tour ao serviço da Cofidis, vem agora para ser a equipa de Joaquim Andrade e tentar mostrar o seu valor. Em 2025 foi, essencialmente, gregário e não teve muito espaço para brilhar, apesar de ter sido 3º no Troféu Internacional da Arrábida e 2º lugar no GP Douro Internacional.
Joaquim Andrade tem assim o seu plantel fechado para 2026, que tem como objetivo transmitir a sua experiência aos mais novos e objetivo principal, defender o 3º lugar conquistado na última Volta a Portugal.
