Alpecin-Premier Tech – 7

Kaden Groves caiu logo na 1ª etapa, abandonou ao 4º dia devido às consequências do primeiro dia e o Giro da equipa neerlandesa ficou estragado desde aí. Notou-se alguma combatividade, várias tentativas de presenças em fugas, com destaque para Jonas Gees e Edward Planckaert mas a equipa estava feita em torno de Groves e sem o seu líder foi uma completa sombra de si.

Francesco Busatto e Jensen Plowright acabaram por ter as suas oportunidades, um nas chegadas mais seletivas o outro nas chegadas em pelotão compacto, e foram os únicos a acabar com motivos para sorrir. Dois top-10 para cada um deles, o que não deixa de ser positivo se olharmos individualmente.

 

 




Bahrain – Victorious – 19

O abandono de Santiago Buitrago logo ao 2º dia previa um Giro difícil para a Bahrain-Victorious mas acabou por ser ainda melhor do que com o colombiano. Afonso Eulálio foi para a fuga ao 5º dia, foi 2º num dia brutal de ciclismo e ficou com a camisola rosa. Só a largou na etapa 14 e, com uma semana final muito positiva, conseguiu terminar em 6º da geral e conquistar a camisola da juventude, mostrando que é ciclista para as gerais. Se dissessem no início do Giro que o português da Figueira da Foz iria conseguir estes resultados poucos acreditavam.

No seu último Giro, Damiano Caruso foi de menos a mais como é característico. Braço-direito de Eulálio na montanha, o italiano ajudou muito o português quando esteve ficava em dificuldades. Na semana final entrou em várias fugas, somou um pódio em etapa e viria a terminar em 9º da geral. Alec Segaert confirmou a grande temporada com uma vitória em etapa, após enganar as equipas dos sprinters, vitória da audácia. Pela negativa, Edoardo Zambanini tem qualidade para mais, um pódio é pouco para o que o italiano já mostrou.

 

Bardiani CSF 7 Saber – 10

Não se podia pedir muito mais à equipa italiana. Fugas constantes, uma das protagonistas neste departamento e alguns top-10 pelo caminho. Manuele Tarozzi foi o mais combativo da equipa, acabou por vencer a classificação dos sprints intermédios, depois da presença em 7 fugas (1 terço do Giro em fuga!).

Martin Marcellusi também mostrou muita combatividade, ainda conseguiu um muito positivo pódio na etapa 15, com Filipo Magli a juntar 2 top-10 ao registo da equipa. Enrico Zanoncello era o sprinter da equipa, mas não tinha tarefa fácil e até foi para casa mais cedo … depois de andar às cabeçadas e provocar uma queda.

 

Decathlon CMA CGM Team – 17

Aos 28 anos, Felix Gall subiu para um novo patamar na sua carreira. 2º lugar no Giro, mostrando sempre ser o 2º ciclista mais forte e o único que ainda ousava seguir os ataques de Jonas Vingegaard e a colocar a sua equipa ao trabalho. Gall nunca pareceu em dificuldades perante a concorrência e o 2º lugar é mais que justo, com Gregor Mühlberger a merecer algum destaque. Nunca tínhamos visto o austríaco a subir assim, foi um gregário de luxo ao longo de 3 semanas.

Tobias Lund Andresen vinha a fazer uma temporada de nível elevado, até começou bem o Giro mas saiu de mãos a abanar, apenas um pódio e mais 3 top-10. Ainda tinha algum apoio, é certo que houve um nome dominador mas esperávamos mais do jovem dinamarquês.

 

EF Education – EasyPost – 13

Giro salvo na última semana com uma vitória espetacular de Michael Valgren que parece regressado aos melhores momentos. Sem um grande líder, vencer numa fuga era o objetivo e acabou cumprido. Markel Beloki fez uma boa primeira metade de Giro, depois as etapas começaram a pesar nas pernas do ciclista de 20 anos mas mostrou que é um futuro voltista.

Jardi Christiaan van der Lee ainda tentou colocar-se na luta pela montanha, chegou a estar em 2º mas as grandes montanhas da última semana foram demais para si, está longe de ser um puro trepador. Por fim, falar de Madis Mihkels que, sem grande apoio, acaba com 5 top-10, um dos sprinters mais regulares da competição, o que lhe dará confiança para a restante temporada.




Groupama – FDJ United – 8

Não se podia esperar muito de uma equipa que trouxe segundas e terceiras linhas ao Giro. Paul Penhoet apareceu, do nada, para salvar o Giro no último dia ao ser 3º em Roma. Até lá tinha apenas um top-10, o que acaba por ser bastante pouco. Remi Cavagna fez pódio no contra-relógio, o seu foco estava nesse dia e acabou por não falhar.

O bloco de montanha era fraco e não se podia esperar muito. Destacar a etapa 13, colocaram 3 ciclistas em fuga e tentaram endurecer a corrida mas Josh Kench não era o melhor ciclista da fuga e teve que se contentar com o 6º lugar. Valeu pela intenção demonstrada.

 

Lidl – Trek – 18

Um Giro agridoce que até acabou de forma muito positiva. Derek Gee-West vinha a pensar na geral, com o pódio em mira e terminar em 5º, depois de uma semana final de grande nível. Foi dos poucos homens da geral que teve coragem de atacar de longe, sem medo de perder o seu lugar. Giulio Ciccone envergou a camisola rosa durante um dia, fez três 3º lugares, andou em 5 fugas e acabou por vencer a classificação da montanha. no cômputo é um Giro positivo, marcado por algumas decisões táticas erradas por parte do italiano, nem sempre foi … inteligente.

Jonathan Milan vinha para vencer etapa e lutar pela maglia ciclamino e safou-se na chegada em Roma. Maus posicionamentos, quedas e falhas no comboio levaram a que apenas no último dia tudo corresse bem e a vitória aparecesse, num libertar de tensão enorme. Serviços mínimos cumpridos.

 

Lotto Intermarché – 9

Um Giro que começou mal e nunca se endireitou. Metade da equipa começou doente e ao 5º dia já somavam 3 abandonos, incluindo Arnaud de Lie. Lennert van Eetvelt até começou bem mas, mais uma vez, as quedas atraiçoaram o belga e foi forçado a abandonar na etapa 12.

Lorenzo Rota continuou com a sua temporada discreta, num alinhamento como este devia ter feito mais. Simone Gualdi conseguiu um top-10 na sua estreia em Grandes Voltas mas foi outro estreante a despontar. A estrela do ciclocrosse Toon Aerts mostrou uma faceta desconhecida, foi 2º na etapa 12, vencendo o sprint do pelotão e na etapa 21 também terminou no top-10. Pode-se dizer que aproveitou as suas oportunidades.

 

Movistar Team – 11

Como esperávamos, Enric Mas falhou redondamente no objetivo top-10. Cedo ficou afastado dessa luta, mostrou uma versão mais combativa com a presença em algumas fugas e ainda foi 2º numa etapa mas não esteve mais perto. Para um dos líderes da Movistar é pouco, muito pouco. Einer Rubio foi a cara da equipa nas etapas de montanha, muitas fugas mas sem sucesso prático, apenas dois top-10. Ficou mais na retina a discussão com os ciclistas da Lidl-Trek.

Orluis Aular foi a aposta clara em duas etapas ao sprint, a equipa espanhola dinamitou a corrida mas no final o campeão venezuelano não conseguiu corresponder, acabando com um 2º e um 6º. Lorenzo Milesi com uma mão cheia de fugas, três top-10 e muito trabalho em prol do coletivo em todos os terrenos foi o grande destaque da equipa, nunca tinhamos visto o italiano andar assim. Sempre ao serviço da equipa, Nelson Oliveira completou a 23ª Grande Volta da carreira.




Netcompany INEOS Cycling Team – 17

Não andaram longe do que prevíamos para o Giro. Thymen Arensman acabou por ser o melhor elemento da equipa, perdeu o pódio nas últimas etapas mas mesmo assim ainda terminou num muito positivo 4º lugar, isto depois de um Giro onde foi mais regular que o habitual. Egan Bernal começou bem, teve uma segunda parte fraca mas terminou forte, ajudando Arensman e ainda finalizando no 10º lugar. Na montanha, Embret Svestad-Bardseng foi o melhor apoio, esperavamos mais de Magnus Sheffield.

Filippo Ganna era o grande favorito para o contra-relógio e não falhou mas tirando isso pouco mais se viu, não tentou entrar em fugas com a frequência que esperávamos. Ben Turner sai do Giro com dois top-5, num desses dias até podia ter lutado pela vitória, decisões questionáveis da equipa fizeram com que se desgastasse.

 

NSN Cycling Team – 7

Ethan Vernon era a grande aposta, até começou com um pódio mas saiu de mãos a abanar e com a sensação de que devia ter rendido mais. O comboio era dos melhores, Corbin Strong também teve as suas oportunidades e também fez 3 top-10 mas acaba por ser apenas “suficiente”. Alessandro Pinarello chegava com muita expectativas, o jovem italiano vinha a fazer uma temporada de alto nível, mas o Giro é outro patamar e foi apenas uma corrida para aprender como correr 3 semanas.

Jan Hirt tentou lutar pela geral enquando deu mas a semana final, onde até costuma ser mais forte, acabou por ser demais. 3 fugas, um top-10 e 12º na geral o que, se não fosse o objetivo top-10 no início da prova, nem era um mau resultado face o que tem apresentado.

 

Pinarello Q36.5 Pro Cycling Team – 6

Sem Tom Pidcock não se podiam esperar milagres. Matteo Moschetti, que até seria a melhor hipótese de vitória, caiu no 1º dia e abandonou, Fabio Christen também mal se viu até abandonar, pelo que sobravam os trepadores da equipa. David de la Cruz foi 14º na geral, esteve em 3 fugas mas os 37 anos já pesam, pelo que nem acaba por ser um mau resultado.

Chris Harper tinha outra repsonsabilidade, chegou a estar no top-10 na semana final mas o desgaste acumulado foi fatal nos últimos dias, terminando em 17º e com um top-10 em etapa. Se havia ciclista que podia ter feito mais era o australiano.

 

Red Bull – BORA – hansgrohe – 15

Jai Hindley acabou por salvar a honra do convento da equipa de Ralph Denk no entanto não deixa de ser um Giro q.b., para o plantel que traziam tinham a obrigação de ter feito muito mais. A liderança era repartida mas a meio da corrida ficou entregue a Hindley pois Giulio Pellizzari, afetado por problemas de saúde, perdeu muito tempo e ficou fora da luta pela geral. O australiano, sempre ao seu estilo discreto, foi de menos a mais, acabando por assaltar o 3º lugar na etapa 19, um resultado que, pessoalmente, acaba por ser positivo.

Aleksandr Vlasov já não é o mesmo de outros tempos mas mesmo assim, nem nas fugas onde esteve se mostrou muito competitivo, está a entrar numa nova fase da carreira. Nico Denz esteve algo discreto, um corredor especialista em fugas, mas sem muitas etapas de transição não se podia esperar muito.




Soudal Quick-Step – 19

Esperávamos uma boa Volta a Itália de Paul Magnier mas nem nos melhores sonhos acreditavamos que conseguiria vencer 3 etapas e a maglia ciclamino! Chapeau! O francês mostrou ser o grande dominador ao sprint, o comboio com Fabio van den Bossche, Jasper Stuyven e Dries van Gestel funcionou na perfeição e quando esteve debaixo de pressão devido a Narvaez conseguiu corresponder.

Uma palavra para Stuyven, um enorme líder dentro da equipa, fundamental para Magnier e ainda teve as suas oportunidades, conseguindo dois pódios e um 5º lugar. Gianmarco Garofoli tentou na montanha mas longe de ser um puro trepador, os dois top-10 já são positivos. Já Filippo Zana chegava com muita ambição, vinha a andar bem, e esteve muito discreto, uma pequena desilusão.

 

Team Jayco AlUla – 5

Ben O’Connor foi igual a si próprio, começou bem o Giro e afundou-se nos últimos dias terminando fora do top-10, um objetivo mínimo que acabou por não ser cumprido. Na montanha a equipa estava dependende do australiano e Koen Bouwman e Alan Hattherly estiveram discretos.

Pascal Ackermann não fez melhor que dois 7º, sinceramente para a temporada que tem feito acabou por ser dentro do esperado. A equipa saiu muito prejudicada com o abandono de Andrea Vendrame ao 3º dia, o italiano tinha várias etapas ao seu jeito ao longo das 3 semanas, o que podia ter dado outro brilho ao Giro da equipa australiana. Apesar de tudo, Giro muito fraco de uma formação World Tour que vinha com ambições.

 

 

Team Picnic PostNL – 2

Expectável. Não há muito a dizer quando a temporada está a ser péssima, a primeira Grande Volta do ano tinha de seguir a mesma toada. Casper van Uden era a principal esperança mas o incostante neerlandês esteve … regular mas fora do top-10. Nem um único lugar entre os 10 mais para amostra, muito fraco mesmo.

Warren Barguil já não é o que era, não se podia pedir muito ao veterano francês que até regressava de lesão. Frank van den Broek foi uma sombra de si próprio, alguém que até se destaca na média montanah e só de destacou … pela negativa, quase era o lanterna vermelha. Pior equipa do Giro, apenas 67 pontos UCI somados.

 

 

Team Polti VisitMalta – 12

Dentro das limitações da equipa, foi mais um Giro positivo. Diego Pablo Sevilla foi o protagonista da primeira semana, 5 fugas, mais de 700 kms em fuga e vários dias com a camisola da montanha. Há que saber aproveitar as oportunidades e o espanhol conseguiu fazê-lo. Mattia Bais e combatividade andam de braços dados e o italiano não falhou, andando em 9 fugas ao longo de todo o Giro, brutal! Mirco Maestri foi 2º na etapa 15, esteve muito perto de dar uma grande alegria à equipa.

Ludovico Cresciolli foi uma boa surpresa, aos 22 anos, acabou bem o Giro, sempre muito interventivo e ofensivo e ainda um top-10 na estreia. Thomas Pesenti foi a principal desilusão, chegou em boa forma mas mal se viu ao longo das 3 semanas de competição.




Team Visma | Lease a Bike – 20

Missão cumprida com sucesso! Jonas Vingegaard vinha com o objetivo claro de vencer o Giro d’Itália e completar a triologia de vencer as 3 Grandes Voltas e não falhou. Exibição dominante durante 3 semanas, 5 vitórias em etapa em 5 das 6 chegadas em alto e vitória na geral por mais de 5 minutos. Melhor era impossíve. Só não venceu todas as chegadas em alto porque em Alleghe venceu … Sepp Kuss. O norte-americano teve uma oportunidade e também não falhou, depois de tanto ajudar a equipa.

Davide Piganzoli foi uma da revelações do Giro, nós bem tínhamos avisado, terminou em 8º, depois de ser o último homem de trabalho de Vingegaard. O melhor que se pode dizer do coletivo da Visma é que não notou muito o abandono de Wilco Kelderman (logo na 4ª etapa), muito porque Bart Lemmen, Victor Campenaerts e, principalmente Tim Rex estivera fabulosos no controlo do pelotão. É de tirar o chapéu ao trabalho de Rex fazia na frente do pelotão, um jovem neo-pro, longe de ser um trepador deu tudo o que tinha e não tinha todos os dias! O gregário deste Giro personificando a crença de toda a equipa no objetivo de vencer o Giro com Vingegaard.

 

Tudor Pro Cycling Team – 13

Michael Stoer vinha com o objetivo de melhorar os resultados de 2024 e 2025 e conseguiu-o, terminando num positivo 7º lugar, depois de uma corrida onde foi muito regular e sem grandes percalços. Em estreia, Mathys Rondel deixou indicações positivas, 4 top-10 em etapa, 11º na geral e uma boa dupla com Storer para o futuro. Florian Stork foi importante no apoio e ainda conseguiu ser 2º numa etapa, chegando até sonhar com a camisola rosa.

Luca Mozzato era a aposta para o sprint, não se pedia muito a um ciclista que não é um sprinter puro, por isso terminar com 3 top-10 não é um mau balanço.

 

 

UAE Team Emirates – XRG – 19

O Giro já não começou bem, com a ausência de João Almeida e ao 2º dia ficou ainda pior com os abandonos de Adam Yates, Marc Soler e Jay Vine devido a queda. Caía por terra qualquer esperança de classificação geral por parte da UAE e o foco virava para as etapas.

Foi aí que entrou em cena o campeão equatoriano! Jhonatan Narvaez venceu ao sprint ao 4º dia e depois começou o festival nas fugas, vencendo as etapas 8 e 11, o que acabou por o colocar na luta pela maglia ciclamino. Continuou a tentar, chegou a envergar a camisola mas saiu derrotado na batalha com Magnier, o que não apaga, em nada, o enorme Giro que fez. Igor Arrieta também tem de ser destacado, venceu a 5ª etapa, após um enorme duelo com Afonso Eulálio, e ainda tentou mais 3 vezes, mostrando muita combatividade.

Numa equipa desfalcada, Jan Christen foi a desilusão, esperávamos mais do suíço que, com liberdade, não conseguiu mostrar a sua qualidade, foi uma sombra de si próprio. Para António Morgado, foi uma Grande Volta de aprendizagem, a sua estreia em 3 semanas.

 

Unibet Rose Rockets – 11

O foco era quase total em Dylan Groenewegen e, analisando friamente, acabou por ser um mau Giro. 3º, 4º e 6º foram os resultados do sprinter neerlandês, alguém que chegava em boa forma e com a expectativa de vencer pela primeira vez na Volta a Itália. Mas se analisarmos na perspetiva da performance, o comboio da Unibet foi sempre dos melhores, faltou uma pontinha de sorte, especialmente em Nápoles, quando lideravam a corrida e cairam na curva para a reta da meta.

Wout Poels era o único trepador da equipa e tentou remar contra a maré. Uma segunda metade de Giro muito ofensiva, com algumas fugas e dois top-10 mas a idade já começa a pesar e havia sempre alguém melhor na frente. Uma pequena nota para Lukas Kubis, é certo que fazia parte do comboio de Groenewegen mas nas etapas onde podia brilhar não esteve lá, não parece o mesmo da temporada passada.




Uno-X Mobility – 16

Excelente estreia no Giro! A combatividade esteve sempre presente, como já é hábito da equipa, e Andreas Leknessund foi o expoente máximo disso, com a presença em 6 fugas, onde conseguiu três … 2º lugares. Se havia ciclista que merecia a vitória era Leknessund. Apesar de tudo a vitória apareceu, com Frederi Dversnes a vencer em Milão, num dia em que a fuga enganou os sprinters, uma vitória imprevisível.

Johannes Kulset tentou lutar pelo melhor lugar na geral e foi 18º, Martin Tjotta, até abandonar ainda somou alguns top 10, com Markus Hoelgaard e Sakarias Loland também a conseguirem. Pela negativa, talvez Erlend Blikra, mas caiu ao primeiro dia, depois ficou doente e nunca conseguiu estar na disputa dos sprints.

 

 

XDS Astana Team – 18

A história de amor da equipa cazaque com o Giro continua! Logo ao 2º dia, vitória surpreendente de Thomas Silva, com o uruguaio a envergar a camisola rosa durante 2 dias e ainda rubricar mais dois pódios em etapa. Depois seguiu-se a vitória surpreendente de Davide Ballerini em Nápoles, aproveitou todo o caos e fez algo que o seu sprinter Matteo Malucelli nunca conseguiu, ou seja, estar na discussão de uma etapa.

Ainda faltava mais um triunfo e esse veio por intermédio de Alberto Bettiol, renascimento do italiano, um dia de inspiração total! Christian Scaroni estava a ser um protagonista nas fugas, já contava com 4 top-10 mas foi forçado a abandonar na etapa 14. A veterania de Diego Ulissi já pesa, mesmo assim o italiano ainda conseguiu sacar um importante pódio. Harold Martín López foi outra desilusão, nem correu para a geral nem esteve nas fugas das etapas de montanha, passou ao lado de toda a corrida.

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