Giacomo Nizzolo muda de ares e agudiza problemas da Qhubeka NextHash

Dia após dia continuam a surgir más notícias para a Team Qhubeka NextHash. Até dia 15 não conseguiram enviar os papéis de pedido de licença World Tour para a UCI devido à falta de patrocinadores e ontem perderam um dos seus maiores líderes, Victor Campenaerts. A tarde de hoje começou com mais uma perda, esta ainda mais importante, a do italiano Giacomo Nizzolo.



O ciclista italiano deixa a equipa sul-africana após 3 temporadas onde conseguiu 10 triunfos, entre os quais o título nacional de estrada em Itália e uma etapa no Giro deste ano, a sua primeira de sempre em Grandes Voltas, e mais dois triunfos em provas World Tour. Foi, também, durante a sua estadia na formação de Doug Ryder que Nizzolo se tornou campeão da Europa.

Sprinter muito regular, que nos últimos tempos também tem conseguido passar bem a média montanha, adaptando-se muito bem às clássicas, é sinónimo de bons resultados desde os tempos da Trek-Segafredo, a outra equipa que representou na carreira (entre 2011 e 2018) e onde venceu por duas vezes a classificação por pontos do Giro. Agora é altura de outros voos, sendo que a Israel Start-Up Nation é o próximo destino da carreira de Nizzolo.



Aos 32 anos, o transalpino está, ainda, no auge da sua carreira e, após as saídas de André Greipel e Davide Cimolai, a equipa israelita precisava de um grande sprinter para as suas fileiras pois apenas tem Rudy Barbier com contrato assinado. Nizzolo será o sprinter indiscutível da Israel Start-Up Nation, podendo ter algumas oportunidades nas clássicas belgas, onde nos últimos anos foi 2º na Gent-Wevelgem e Kuurne-Bruxelles-Kuurne e 6º em Le Samyn, sem nunca esquecer as clássicas italianas, como a Milano-Sanremo, onde já foi 5º.

, , , , , ,