Arkéa-Samsic: o caso que não chegou a ser um caso

Ontem foi notícia a Arkéa-Samsic, pelas buscas feitas nos quartos de hotel dos ciclistas colombianos da equipa presentes no Tour de France, ou seja, nos quartos de Nairo e Dayer Quintana e Winner Anacona. UCI e a equipa francesa não tardaram em reagir, como nós relatamos no dia de ontem aqui.



Vendo o seu nome envolvido em toda esta polémica, Nairo Quintana emitiu um comunicado oficial, em seu nome, dando o seu ponto de vista sobre o assunto. O colombiano confirmou a realização das buscas ao seu quarto, afirmando que foram “encontrados suplementos vitamínicos perfeitamente legais mas não familiares para as autoridades francesas. Para esclarecer, quero confirmar que nunca foram encontradas substâncias dopantes.”

O ciclista de 30 anos afirmou que nunca teve contacto os assistentes ou staff que não fazia parte da equipa, “não tenho, nem nunca tive, nada a esconder.” Quintana continuou defendendo-se de todas as acusações feitas, terminando, referindo que esteve sempre em colaboração com as autoridades francesas, “de forma voluntária, para clarificar toda a situação e que tudo o que foi encontrado foi legal e nunca me usei substâncias dopantes.”



Ora, no dia de hoje surgiram mais novidades com a investigação preliminar a não passar disso mesmo, uma vez que as autoridades gaulesas chegaram à conclusão que o material recolhido não era suficiente para fazer uma denúncia real. Mesmo assim, Nairo Quintana e o seus companheiros estiveram 2 dias em interrogatório, e, para além disso, o médico e o massagista pessoal de Nairo Quintana estiveram presos durante todo esse tempo estando, agora, em liberdade.

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